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Ortopedista dita a conduta por voz e a IA organiza relatórios, pedidos de exame e orientações de pós-operatório

Ao O Globo, o ortopedista Sávio Chami, da Casa de Saúde São José (Rio), conta que avalia o paciente, define a conduta e explica à ferramenta de IA, muitas vezes por voz, o que precisa. A IA estrutura o relatório, a solicitação de exame ou as orientações de pós-operatório, como cuidados com curativo e restrições de apoio. Ele frisa que não pede para a IA decidir o tratamento e que tudo passa pela revisão dele antes de chegar ao paciente. A mesma reportagem lembra a resolução do CFM em vigor desde agosto e recomenda tirar dados que identifiquem o paciente antes de usar esse tipo de ferramenta.

Como reproduzir em 3 passos

  1. Depois do atendimento, dite ou escreva a conduta que você já definiu, sem nome, CPF ou outro dado que identifique a pessoa.
  2. Peça à IA o documento no formato que você usa (relatório, pedido de exame, orientação de pós-operatório).
  3. Revise tudo, corrija e só então assine e entregue: a responsabilidade continua sendo sua.

Passos resumidos a partir do que a fonte descreve.

Prompt para testar

Sou [profissão] e já decidi a conduta. Transforme minhas anotações abaixo em [relatório / pedido de exame / orientação para o paciente], em linguagem [técnica / simples para o paciente], com tópicos curtos. Não acrescente diagnóstico, remédio, dose ou recomendação que eu não tenha dito; se faltar alguma informação, marque [PREENCHER]. Anotações (sem nome nem documentos do paciente): [cole ou dite aqui].

Prompt adaptado pela redação a partir do caso; não é o prompt original do autor.

Fonte

IA já é realidade na prática médica, mas exige cautela (O Globo; no site desde 18/10/2026)

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